domingo, 10 de junho de 2018

CNL - final nacional

No dia 18 de maio, o nosso agrupamento marcou presença no Concurso Nacional de Leitura - fase regional intermunicipal, realizado em Sernancelhe, conseguindo o apuramento para a final nacional, a realizar dia 10 de junho.
Parabéns, Maria Rita Azevedo!

sábado, 9 de junho de 2018

PERDIDOS EM ESPANHA - desafios lá p'ra casa

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Todos os dias eram de ansiedade total para Madalena, Rui, Alice e Débora. Eles estavam impacientes para irem a uma viagem financiada pela UTAD a Espanha. Faltavam duas semanas, mas eles já estavam muito excitados. As duas semanas passaram rápido. Agora estavam em casa da Alice e preparavam-se para irem para o aeroporto onde se encontrariam com a turma e iriam diretamente para Espanha.
Horas mais tarde, chegaram a Espanha. A turma estava a espera do autocarro para irem acampar. A Madalena, o Rui, a Alice e a Débora já estavam fartos de esperar, por isso foram a um café próximo comprar rebuçados. O autocarro chegou entretanto. Quando eles regressaram do café, já não estava lá ninguém. Eram oito horas da noite e, então, decidiram ir para o hotel mais próximo. Era noite de lua cheia e as estrelas cobriam o céu. Eles estavam assustados porque não sabiam onde ficava o hotel. O grupo dava-se por perdido. Horas mais tarde, a Madalena estava a ler um livro e exclama:
- Olhem o que diz este livro!
“Em noites de lua cheia, os lobisomens aparecem e em noites de luar…”- lê o Rui. Eles acreditaram e, já perdidos, não sabiam o que fazer. Decidiram passar ali a noite. Ao longe ouve-se um grito e eles começaram todos a correr desesperadamente.
- Parem, parem! – grita Madalena.
- Vais contar uma anedota, é? – reclama, impaciente, Débora que continuava a correr.
- A sério? Não gozem! – exclama Madalena, envergonhada.
Sem a quererem ouvir continuaram a correr impacientes. Madalena permaneceu lá a olhar para o rio que estava ao seu lado. Olhou e lá estava a sombra de um cão. Correu para os avisar que era apenas um cão, mas agora encontrava-se sozinha no meio daquela escuridão e só via árvores. Estava só e perdida. Chorosa, continuava a caminhar. Pegou no telemóvel e ligou para o Rui, mas nada.
A Débora, o Rui e a Alice estavam numa carinha e viam tudo escuro, pensavam que estavam a ser raptados pois já eram duas da manhã. Chegaram, horas mais tarde, ao hotel onde estava a turma toda. Esta ficou espantada e a professora disse-lhes que não foram acampar porque estavam a procura deles. Deram conta que a Madalena não vinha com eles e, por isso, a professora esperou para o dia seguinte para ver se ela aparecia, mas nada!
A espera foi longa, durou semanas meses e até anos. De Madalena, nunca se soube mais nada. A família, os amigos da escola viviam angustiados e sonhavam todos os dias que ela um dia iria aparecer.
   Sara, 7º E

Sara Rebelo 7ºE  Nº 21
 



Texto elaborado com o envolvimento dos encarregados de educação
Palavras sorteadas:Luar, anedota, estrelas, rebuçados, Espanha
Professora participante: Salete Valente


ERA UMA VEZ - desafios lá p'ra casa




Era uma vez, numa aldeia distante da vida atual e moderna, uma família muito feliz, constituída por um homem, uma mulher e o seu filho, Afonso. Eles viviam muito felizes naquela aldeia, perto do bosque, da natureza, de todas aquelas pessoas que eles adoravam...

            Naquela aldeia, vivia também, entre outras pessoas, um pastor que tinha um rebanho com cerca de uma dezena de ovelhas. Esse pastor era um senhor já com alguma idade e era também o grande sábio da aldeia.
            Afonso admirava profundamente o sábio pastor. Costumavam ir os dois levar o rebanho para o pasto, tendo bastante tempo, para divagar, sonhar, conversar, jogar as cartas… O pastor, pessoa expriente e marcado por uma vida de sacrifício e do muito trabalho, costumava aproveitar estes momentos em que estavam juntos para dar lições “ se honesto, e o pior ficará sempre longe”, pois “até a raposa matreira tem um lado bom”.
            Afonso, ouvia este conselho com atenção e procurava reger a sua vida levando uma vida humilde, mas honesta, não prejudicando que os rodeavam. Entretanto um dia, o pastor faleceu. Pareceu que o mundo desabara à volta de Afonso. Cada vez que se lembrava do pastor as lágrimas começavam a cair sobre o seu rosto, mas reconfortava-se ao sorriso do pastor.
Francisca 7º C


Palavras: honesto, dezena, pior, matreiro,sábio     


Texto elaborado com o envolvimento dos encarregados de educação
Palavras sorteadas:honesto, dezena, pior, matreiro,sábio  
Professora participante: Salete Valente

sexta-feira, 8 de junho de 2018

PRÍNCIPE - desafios lá p'ra casa




Era uma vez um Príncipe no seu belo castelo.
Um dia o príncipe teve uma fome de um leão e apetece-lhe comprar  uma  enguia.
No dia seguinte houve uma festa no castelo onde o povo podia cantar e dançar.
Passado umas horas o rei não podia se a levantar porque estava muito cansado de ter dançado e cantado muito na festa.

Trabalho realizado por:  Guilherme Matias Nº12  T: 7c

Texto elaborado com o envolvimento dos encarregados de educação.

Palavras sorteadas: castelo, comprar, enguia, cantar, levantar.
Professora participante: Salete Valente

MOSTRA ESCOLAR 2018


quinta-feira, 7 de junho de 2018

NUMA BELA MANHÃ - desafios lá p'ra casa


Numa bela manhã, uma menina de cabelos longos, encaracolados, com uns lindos olhos castanhos esverdeados, estava a preparar-se para o primeiro dia de aulas. Ela ia começar um novo ano letivo, conhecer novos professores e até conhecer novas pessoas.
   A Filipa tinha acabado de conhecer os alunos que tinham chegado das outras escolas, mas, mal ela viu o Bernardo, começaram a implicar um com outro, é como se fosse amor à primeira vista.
   Ao longo de uns meses, ele foi falar com ela para começarem tudo do zero, pois ele já estava farto de discutir e ela, lá no fundo, também! Então iniciaram uma grande amizade. Eles estavam a começar a sentir uma pequena paixão um pelo outro.
   Os dois começaram a sair, até que o primeiro beijo aconteceu. Ela afastou-se porque achava que estava a ir depressa demais. O Bernardo era um rapaz com uma compreensão do tamanho do mundo, e compreendeu perfeitamente, pois ele também não queria ir depressa de mais.
   Começaram a namorar, a Filipa e o Bernardo e eram muito felizes. Um dia, ela descobriu que ele andava a perguntar às pessoas o que ela mais gostava, talvez para lhe oferecer um presente. Ela ficou zangada com o Bernardo, mas este explicou o motivo e ela aceitou os argumentos. Fizeram as pazes, no entanto Filipa pediu-lhe que ele fosse sempre sincero para com ela, pois se ele quisesse saber alguma coisa sobre ela, deveria perguntar-lhe diretamente.
   Ambos concordavam que, para uma relação funcionar, era essencial existir respeito um pelo outro.
Mariana Fraga, 7º G

Texto elaborado com o envolvimento dos encarregados de educação.
Palavras sorteadas:compreensão, amizade, respeito, amor, sinceridade
Professora participante: Salete Valente

SEI DE UMA ÁRVORE BELA - desafios lá p'ra caa





Sei de uma árvore bela,
Ao lado de uma capela.
É uma laranjeira,
Mais parece uma fruteira!
Fui furtar laranjas,
Mas veio a dona Teixeira,
A senhora solteira
Que mora à minha beira.
Comecei a correr
E sem querer escorreguei e chorei
A hora inteira.

 Este poema
Não acaba muito bem.
Ao cair numa poça de água
Por azar parti o nariz.
A minha mãe não ficou feliz
E eu, desgraçado, mal disse a hora
De semelhante fantasia
De roubar fruta em pleno dia.

Daniel Mestre

Texto elaborado com o envolvimento dos encarregados de educação.

Palavras sorteadas: capela, laranjas, correr, água e nariz
Professora participante: Salete Valente