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quinta-feira, 30 de abril de 2020

CARAVELAS COM SENTIDO - parte 2

  Trabalhos realizados pelos alunos do professor Carquejo em E@D - 7º ano

  Articulação com a Rede de Bibliotecas Escolares (Navegar com a BE - O Mar e a História) , projeto ERASMUS + (Unidos pelo mar) e articulaçãõ horizontal do grupo de Educação Visual (7º ano)


 

 






CARAVELAS COM SENTIDO - parte 1

 Trabalhos realizados pelos alunos do 7º ano Turma F  em E@D- professora Anabela Quelhas


  Articulação com a Rede de Bibliotecas Escolares (Navegar com a BE - O Mar e a História) , projeto ERASMUS + (Unidos pelo mar) e articulaçãõ horizontal do grupo de Educação Visual (7º ano)






quarta-feira, 29 de abril de 2020

LUSOFONIA - Unidos pelo mar

 POSTAIS

LUSOFONIA "Unidos pelo mar" com link para outra página onde se escreve:
Articulação com o Projeto Erasmus+
Exploração do tema da Lusofonia através da arte, que une vários territórios resultantes dos Descobrimentos Portugueses e da vontade de conhecer novos mundo.~(suspenso pela pandemia)





sexta-feira, 13 de março de 2020

MOMENTOS DE MAR


 MARCADORES

POSTAIS

Articulação com o projeto ERASMUS+

Apresentação do mar atual da costa portuguesa, que certamente inspirou Fernão de Magalhães para se tornar navegador e  realizar a grande viagem à volta do mundo (atividade interrompida pela pandemia). 

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

NAU CATRINETA - TRÍPTICO



Inaugurada a 17 de Julho de 1943, a Gare Marítima de Alcântara de Lisboa, foi projectada pelo arquitecto Porfírio Pardal Monteiro (1897-1957) e constitui, com a Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, de 1948, também da sua autoria, um dos mais importantes projetos modernistas da arquitetura portuguesa dos anos 40.
      Os frescos da gare (8 painéis - dois trípticos e duas composições isoladas) são da autoria de Almada Negreiros (artista português multifacetado).
      Um dos trípticos conta a lenda da Nau Catrineta associada aos Descobrimentos dos portugueses.
 PAINEL 1 – Apresenta uma nau, com os marinheiros à mesa e os pratos vazios. Como sabem, eles deitaram sortes para ver quem matariam, a fim de terem de comer. E logo a sorte foi cair no capitão que pede a um marujo, que suba ao mastro, para ver se via terra, numa tentativa de escapar da morte.
 PAINEL 2 - Entretanto o gajeiro (marinheiro encarregado de subir aos mastros) terá sido possuído pelo demónio, e pede alvíssaras (recompensas) ao capitão. Este oferece-lhe sucessivamente, a mais formosa das suas três filhas, muito dinheiro, o seu cavalo branco e a Nau Catrineta, mas tudo ele recusa, dizendo que quer a alma do capitão. O capitão renega-o dizendo que a sua alma é só de Deus, e que antes dá o corpo ao mar. Nesta pintura se pode ver a nau, as três meninas e o cavalo.

PAINEL 3 - Vencido o demónio pela fé do capitão, eis que chegam a terra. Esta pintura mostra a chegada a terra. Reparem que apesar desta lenda ser relativa aos Descobrimentos, o pintor usou para "vestir" as pessoas, roupas da época - anos 40.




NAU CATRINETA

Lá vem a Nau Catrineta,
que tem muito que contar!
Ouvide, agora, senhores,
Uma história de pasmar."

Passava mais de ano e dia,
que iam na volta do mar.
Já não tinham que comer,
nem tão pouco que manjar.

Já mataram o seu galo,
que tinham para cantar.
Já mataram o seu cão,
que tinham para ladrar."

"Já não tinham que comer,
nem tão pouco que manjar.
Deitaram sola de molho,
para o outro dia jantar.
Mas a sola era tão rija,
que a não puderam tragar."

"Deitaram sortes ao fundo,
qual se havia de matar.
Logo a sorte foi cair
no capitão general"

- "Sobe, sobe, marujinho,
àquele mastro real,
vê se vês terras de Espanha,
ou praias de Portugal."

- "Não vejo terras de Espanha,
nem praias de Portugal.
Vejo sete espadas nuas,
que estão para te matar."

- "Acima, acima, gajeiro,
acima ao tope real!
Olha se vês minhas terras,
ou reinos de Portugal."

- "Alvíssaras, senhor alvissaras,
meu capitão general!
Que eu já vejo tuas terras,
e reinos de Portugal.
Se não nos faltar o vento,
a terra iremos jantar.

Lá vejo muitas ribeiras,
lavadeiras a lavar;
vejo muito forno aceso,
padeiras a padejar,
e vejo muitos açougues,
carniceiros a matar.

Também vejo três meninas,
debaixo de um laranjal.
Uma sentada a coser,
outra na roca a fiar,
A mais formosa de todas,
está no meio a chorar."

- "Todas três são minhas filhas,
Oh! quem mas dera abraçar!
A mais formosa de todas
Contigo a hei-de casar"

- "A vossa filha não quero,
Que vos custou a criar.
Que eu tenho mulher em França,
filhinhos de sustentar.
Quero a Nau Catrineta,
para nela navegar."

- "A Nau Catrineta, amigo,
eu não te posso dar;
assim que chegar a terra,
logo ela vai a queimar.
- "Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual."

- "Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar."
- "Dar-te-ei tanto dinheiro
Que o não possas contar"

- "Não quero o vosso dinheiro
Pois vos custou a ganhar.
Quero a Nau Catrineta,
para nela navegar.
Que assim como escapou desta,
doutra ainda há-de escapar"

Lá vai a Nau Catrineta,
leva muito que contar.
Estava a noite a cair,
e ela em terra a varar.

A Nau Catrineta é um poema anónimo romanceado, ligada à tradição oral e comunicativa que, segundo Almeida Garrett, provavelmente foi inspirado na tumultuada viagem do navio Santo António, que transportou Jorge de Albuquerque Coelho (filho de Duarte Coelho Pereira, donatário da capitania hereditária de Pernambuco), desde o porto de Olinda, no Brasil, até o porto de Lisboa, em 1565.
O poema narra as desventuras dos tripulantes durante a longa travessia marítima - os mantimentos que esgotaram, a presença de tentação diabólica e afinal, a intervenção divina, que leva a nau a seu destino.
O poema foi recolhido por Almeida Garrett e incluído no Romanceiro.

(Esta informação está exposta no átrio da biblioteca MJA e foi elaborada pela professora de Educação Visual, Anabela Quelhas - este será o ponto de partida para a exploração plástica do tema Erasmus+, "O mar e a História".)   

quinta-feira, 16 de maio de 2019

A VIAGEM

TRABALHOS RESULTANTES DA EXPOSIÇÃO CRIADA PELA BIBLIOTECA ESCOLAR.
Articulação com Educação Visual e Geografia.

“A VIAGEM”
                V Centenário do início da viagem de circum-navegação (1519-1522) realizada por Fernão de Magalhães e  Juan Sebastián Elcano a serviço dos reis de Espanha.
                Hoje vivemos num mundo global, com comunicações instantâneas e viagens super-rápidas e talvez seja difícil compreendermos a importância deste empreendimento, que descobriu a passagem entre oceano atlântico e o oceano pacífico, através do Estreito de Magalhães e que foi o motivo de estratégias secretas, que ainda hoje os historiadores tentam descodificar. 
                Segundo Eduardo Lourenço e abordando as diversas facetas da vida, “ Mais importante que o destino é a viagem” e assim a Biblioteca Escolar e os grupos de Educação Visual e Geografia do Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus, apostaram na viagem do conhecimento e apresentaram uma grande atividade denominada “A viagem”, tendo como objetivo a aprendizagem sobre vários domínios do conhecimento que rodeiam este grande acontecimento histórico, e que se estrutura com diversas ações ao longo do ano letivo:
                — Exposição “Rosa–dos-Ventos” | Palestra “Os mapas e o tempo” realizada por Álvaro Pinto |  A exploração geométrica e plástica da Rosa-dos-Ventos | Exposição temática “A viagem” | Criação de dois e-books publicados na internet | Exploração plástica do retrato de Fernão de Magalhães | Restauro da Rosa-dos-Ventos no pátio da Escola Secundária Morgado de Mateus.
                Um destaque para um momento desta “viagem da aprendizagem” a palestra de Álvaro Pinto, que nos transportou para o passado semeando muitas referências: Alexandre o Grande, Ptolomeu, os Caminhos do Império Romano, Tabernáculo Judaico, Isidoro de Sevilha, o Mapa TO, os mapas e os monstros, o Senhor dos Anéis, Star Wars, Trump, Sto Agostinho, A Divina Comédia de Dante, Sandro Botticelli, árabes, muçulmanos e judeus, Pietro Visconti, Abraão Cresques, Fra Mauro, D. Afonso V, Infante D. Henrique, Fernão de Magalhães, Sebastian del Cano, Guttenberg, Ortelos, mapas simbólicos — uma grande oportunidade para saber mais.
                Alguns dos trabalhos plásticos constam desta mostra, onde é possível aferir inclusão, entusiasmo, surpresa e empenho no estudo desta época dos descobrimentos, do mundo do século XVI, a importância da “A Viagem” e a respetiva cartografia. Certamente o passado e o presente interligar-se-ão através de técnicas, materiais e formas de expressão criativas. Tal como a afirmação de Eduardo Lourenço, o que interessa não será o resultado final, mas sim esta viagem pedagógica, sublinhada pela criatividade numa escola integradora dos saberes.
Professores envolvidos: Anabela Acha, Anabela Quelhas, António Carquejo e Emanuel Fidalgo.
Texto: Anabela Quelhas

A VIAGEM DE CIRCUM-NAVEGAÇÃO - exposição Shopping



 

 
A equipa que organizou a exposição na sua parte final - Adriano Borges, João Almeida, Rosário, António Carquejo e Anabela Quelhas.
Trabalhos de alunos do 7º ano, desenvolvidos nas disciplinas de Educação Visual e Geografia.
Sub-temas: A viagem, Rosa-dos-Ventos e Retratos.



















quarta-feira, 21 de novembro de 2018

OS MAPAS DO TEMPO


Uma viagem através do tempo, desvendando os mapas e o tempo.
Dr Álvaro Pinto fez imensas referências: Alexandre o Grande, Ptolomeu, os caminhos do Império Romano, tabernáculo judaico, Isidoro de Sevilha, o mapa TO, os mapas e os monstros, o Senhor dos anéis, Star Wars, Trump, Sto Agostinho, A divina Comédia de Dante, Sandro Botticelli, árabes, muculmanos e judeus, Pietro Visconti, Abraão Cresques, Fra Mauro, D. Afonso V, Infante D. Henrique, Fernão de Magalhães, Sebastian del Cano, Guttenberg, Ortelos, mapas sibólicos, etc etc.
Uma grande oportunidade para saber mais.