O correio eletrónico das professores bibliotecárias tem um novo banner para este ano letivo e com referência ao tema do MIBE17.
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
MIBE 17 - World Music School
WORLD ´MUSIC SCHOOL no Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus
A
música tem o poder de unir todo o mundo. É uma arte capaz de unir comunidades e
culturas. A música não tem fronteiras, une distâncias, reduz a agressividade,
supera constrangimentos, cria bem-estar e melhora a vida de todos.
O
Agrupamento de Escolas Morgado Mateus recorreu a um dos seus parceiros
ACROLAT’IN / AMAVR para realizar a abertura do MIBE 17 (Mês Internacional das
Bibliotecas Escolares), exatamente para reforçar esta ideia de união que a
música consegue com grande sucesso e também antecipando a comemoração do Dia
Mundial da Música.
Ao
longo desta semana os centros escolares de Abade de Mouçós, Douro e Vila Real
nº 7, receberam Carlos Mourão (bateria) Ricardo Rio (Saxofone), Ricardo Tojal
(baixo), Vítor Hugo Ribeiro (guitarra) e Virgílio Palma (vocalista), e estes
proporcionaram aos alunos, professores e assistentes operacionais, momentos
inesquecíveis.
As
crianças que frequentam pela primeira vez a escola (2/3 anos – ainda vi uma de
chupeta, e outra que não resistiu a uma sesta) estavam surpreendidas com tanta
animação, pois estão a entrar num mundo novo e nada melhor do que a música,
para amaciar o seu caminho. Os outros que já se deixaram de surpresas
divertiram-se à grande ao som de jazz, rock e reggae. Os mais crescidos tiveram
oportunidade de aprender o nome de alguns instrumentos musicais e os elementos
que os constituem - aprendizagem e diversão são uma aliança duradoura.
As
músicas que animaram a abertura foram MÚSICAS DO MUNDO: “Caravan” de Duque Ellington,
“Don't worry to be happy” de Bob Marley, “Chico fininho” de Rui Veloso,” La
bamba” de Los Lobos e “Rock around de clock” de Bil Haley. As crianças tiveram
muita dificuldade em permanecer sentadas e o mini concerto terminou com todos a
dançar ao som da batida de rock que não deixa os pés estarem quietos. J
Depois
dos sons, da melodia, dos compassos e dos ritmos, certamente virão as letras,
os livros e as leituras.
Dia 29 a música estará na Escola Monsenhor Jerónimo Amaral.
AQ
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017
ACELERA A LER
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quarta-feira, 13 de setembro de 2017
quarta-feira, 19 de julho de 2017
VII JORNADAS PEDAGÓGICAS - notícia jornal
VII JORNADAS PEDAGÓGICAS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MORGADO DE MATEUS
Quando
no final do ano letivo, com as energias já há muito esgotadas, 196 professores,
resolvem juntar-se durante 4 dias para refletir e conhecer melhor os seus
alunos, acercando-se dos seus lugares de origem e das suas gentes, para que
possam redefinir a identidade dos alunos, aproximando-a do mundo real e
redesenhar as pedagogias que os conduzirão ao sucesso escolar… isto pode querer
dizer que estamos perante uma escola do
futuro.
Mas
se acrescentarmos que na retaguarda deste grande evento está um grupo de alunos
(Curso Profissional Técnico em Animação e Turismo do agrupamento) que assegurou
toda a logística, orientados por uma equipa de professores, transformando a
aprendizagem em trabalho de campo e assumindo a sua vertente verdadeiramente profissional,
então começamos a perceber que estamos perante uma escola com futuro.
As
VII JORNADAS PEDAGÓGICAS do Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus abordaram
o tema: O aluno, uma identidade feita de
gentes e lugares?
e proporcionaram
uma experiência rica, única e inesquecível a todos os participantes.
O
primeiro dia decorreu na aula magna da UTAD, destacando-se as intervenções de
dois conferencistas convidados, João Silva (historiador e diretor dos museus de
Vila Real) e Almerindo Janela Afonso (sociólogo e professor associado da
Universidade do Minho), o primeiro assegurou uma grande ligação ao território
local, evidenciando as gentes e os lugares, que fazem parte do património e da
cultura dos nascidos para cá do Marão, o segundo consubstanciou a questão
levantada no tema, com uma abordagem sociológica sobre a identidade, a
preservação da cultura local e a escola que proporciona a abertura de novos
horizontes para cada aluno, reforçando e ampliando a sua formação holística,
através de vários conceitos para reflexão e utilizando múltiplas referências -
Max Weber, Pierre Bourdier, Boaventura de Sousa Santos, António Sampaio da
Nóvoa, Basil Bernstein, Michael Jung e Paulo Freire. A teoria foi temperada com
música e magia –Quarteto de saxofones VR4SAX, Coro de Câmara da UTAD e Luís
Pires (aluno do 12º C).
Nos
2º, 3º e 4º dias, os professores suspenderam a teoria e “abraçaram” o
território, para conhecer as freguesias de onde os alunos provêm, para melhor
avaliar o perfil de cada um e inteirar-se do meio onde vive – o relevo, o
clima, a demografia, as ocupações, os acessos viários, a arquitetura, o
património, a história e os problemas de cada sítio e as suas oportunidades.
Espaços rurais e urbanos, próximos, mas distintos, onde o profano e o religioso
comungam pelas diferenças e pelas suas dinâmicas, mas que naturalmente se
interpenetram. Cada docente fez certamente a sua leitura, privilegiando a
contemporaneidade, inserida no mundo global onde vivemos, mas não esquecendo a
história e as raízes de cada um e a sua autenticidade.
Aconteceram
diversos momentos únicos e especiais, em que os formandos foram confrontados
com alguns desempenhos musicais, realizados por alunos ou ex-alunos do agrupamento
que ocupam os seus tempos livres com o estudo da música, integrando o ensino
articulado com o Conservatório Regional de Música de Vila Real, Bombos S.
Bartolomeus, Banda de Música de Sanguinhedo e Orquestra Juvenil da Banda de
Música da Portela. Foi fantástico presenciar reencontros, com alunos que já não
se viam há muito, viver também a pedagogia dos afetos, apreciar “os virtuosi” no domínio musical e
reforçar a convicção que sempre vale a
pena nesta maturação das problemáticas escolares. Em simultâneo valorizaram-se
as novas experiências e projetos que se desenvolvem na escola, aqui expressas através
de uma encenação de homenagem a Panóias e ao deus Serápis, que nos fizeram
recuar até à Antiguidade através da gestualidade e das palavras dos alunos do
Clube Europeu, descalços e vestidos de branco, colocando oferendas sobre as
rochas do santuário pagão.
A
avaliação desta formação foi muito positiva, pois a organização e as surpresas
excederam as expectativas criadas, reforçando o grande orgulho que cada
professor tem nesta identidade comum, que é ser professor/educador neste
agrupamento, onde se destaca, a criatividade, a inclusão, a multiculturalidade
e o respeito pela diferença.
Anabela Quelhas
Publicado em Notícias de Vila Real a 19/07/2017
sexta-feira, 7 de julho de 2017
VII JORNADAS PEDAGÓGICAS
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