sexta-feira, 9 de março de 2018

CARTAZES DO CINEMA - um olhar de ler e saber

Mais uma ação da atividade "Um olhar de ler e saber" desta vez integrada na Semana da Leitura 2018 que este ano faz uma abordagem à ligação entre a literatura e o cinema.
Teremos a apreciação dos alunos aos cartazes do cinema, promovendo a descodificação da imagem, o enriquecimento da oralidade, da escrita e da imaginação.
Brevemente teremos os textos.
Articulação entre a Biblioteca Escolar e Português, com orientação da professora Salete Valente.
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On fête le cinéma français!

On fête le cinéma français!"





PROGRAMA ADOLESCENTES - Cinanima

CINANIMA ADOLESCENTES



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quinta-feira, 8 de março de 2018

O cinema e as emoções - Feeling Cinema

O cinema e as emoções - Feeling Cinema

articulação com Lusomundo

(Emília Raposo e Fernando Pereira)



Porque gostamos de EMOÇÕES ... esta atividade ira decorrer na Semana da leitura do Agrupamento Escolas Morgado de Mateus, mais precisamente na Biblioteca da Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral. 
Convidamo-los a passar por lá...🎬📽🎬

Todos gostamos de cinema, claro que, uns mais e outros menos… mas, se pensarmos bem, existe na nossa vida uma cena ou banda sonora de um filme que, a dada altura nos transportou até ao mundo da 7.ª arte… quer seja porque nos tenha feito sonhar, viajar, chorar, rir ou até assustar!
A atividade “Feeling Cinema” nasceu em redor deste pensamento… e decorrerá na Semana da Leitura do Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus!
  
"(...) e está a decorrer na Semana da Leitura do Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus, mais precisamente, na Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral… (talvez vá até a outra escola…).
A afluência de alunos tem sido elevada. Isso deve-se ao facto dos Professores das diversas disciplinas, abdicarem de lecionarem na sala de aula e deslocarem-se, com os alunos, até esta sala que se encontra cheia de motivos alusivos ao tema: cartazes, pipocas e a dada altura, emoção!
Agradecemos desde já, ao Cinema do “Nosso Shopping” que nos facultou os cartazes, à U.T.A.D., que nos ajudou na montagem do filme, à Direção do Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus, aos Colegas/Professores, à Professora Bibliotecária Anabela Quelhas, aos Assistentes Operacionais e ao Coordenador de Estabelecimento, Professor João Almeida.
Os responsáveis pela atividade: Prof.ª Emília Raposo e Prof. Fernando Pereira"  

retirado do facebook 7/03/2018


ANDY WARHOL - o vanguardista da pop art

ANDY WARHOL - o vanguardista da pop art
Contrariar a iliteracia
Consultar o blog da Educação Visual.
https://visualmixdois.blogspot.pt/2018/03/blog-post.html


MUDAR O MUNDO ATRAVÉS DA ARTE

 Imagem:
http://www.stylingprojectmag.com/montblanc-andy-warhol/   
  
. Os alunos com as tirinhas de leitura sobre Andy Warhol

terça-feira, 6 de março de 2018

O MEU TIO - cinema

ATIVIDADE PROMOVIDA PELA RBVR
APOIO FINANCEIRO - CMVR




Apresentação por Adriano Guerra

“O Meu Tio” (Mon Oncle) é um filme que resume muito bem a arquitetura e a cidade de meados do século XX, pelo menos em ambas  extremidades mais reconhecíveis. O filme de Jacques Tati mostra o contraste entre dois mundos, duas formas de viver e compreender a cidade e a arquitetura que no final dos anos 50 se iria sobrepor violentamente.

Um deles é o mundo da modernidade exagerada por um otimismo futurista, como chegou (ou regressou) para a Europa nas mãos da reconstrução do pós-guerra e o outro é representado pela cidade tradicional.

Estes dois mundos são representados no filme de Tati em três níveis diferentes: o habitante, a sua casa e o entorno quotidiano, ou o bairro. Um dos personagens mais interessantes é uma criança, que será o elo de  ligação entre esses dois mundos completamente diferentes. Ele vive no bairro da moda, numa casa moderna e tem uma família moderna. Do outro lado, está o tio da criança, Monsieur Hulot representado por Tati , que vive na parte antiga da cidade numa casa antiga.
O olho crítico afiado do diretor marca em cada cena as diferenças entre esses dois mundos num contraponto contínuo. O personagem de Tati passa habitualmente a buscar o menino à escola, para logo levá-lo a casa da sua irmã, que é casada com Arpel, um fabricante de plásticos de sucesso. Tati pelo contrário, não tem emprego.
A  casa Arpel é uma "bolha" super moderna fechada para o exterior através de um muro que a separa do resto da vizinhança. Apenas um grande portão para o carro se conecta com a cidade. Já  a casa de Tati está no meio de um complexo labirinto de casas, escadas e corredores, onde mal se consegue escapar dos olhares, das conversas, da saudação casual, enfim, do contacto social com a vizinhança. A casa faz parte do bairro.

Na frente da casa moderna e isolado entre os seus muros, encontramos um jardim fechado e meticulosamente desenhado nos mínimos detalhes, ao ponto de impedir qualquer atividade que se queira realizar nele. Uma visão clara que se reflete no tédio constante do menino quando está em casa. Em contraste, o quintal da casa de Tati é o própio bairro. As crianças do bairro reúnem-se e brincam em terrenos baldios ou entre os carros na rua.

Enquanto a “eficiência” parece ser a palavra que expressa a casa moderna, com os seus aparelhos eletrónicos  controlados à distância e os eletrodomésticos sempre presentes na vida familiar; é a “ineficiência”, a que é retratada no bairro antigo, onde ninguém parece fazer o que deve fazer."
Adaptação: 



TRABALHOS REALIZADOS PELOS ALUNOS e ENVIADOS PELA PROFESSORA EMÍLIA RAPOSO


ida ao teatro
No dia 6 de março de 2018, dia em que começava a Semana da Leitura. os alunos da Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral, foram ao teatro Municipal de Vila real ver o filme “O Meu Tio”.
O filme era sobre um menino que morava com os pais na parte moderna de uma cidade em França, ao pé deles só havia gente rica, porém o seu tio vivia na parte pobre.
O filme é bastante engraçado, porque as crianças da zona pobre faziam brincadeiras bastante divertidas.
A minha parte favorita aconteceu quando as crianças pobres assobiavam e as pessoas distraiam-se e batiam contra um poste de luz.
Se eu participasse no filme, queria viver na parte pobre, porque imagino que seria mais feliz e divertido, mesmo não tendo muito dinheiro, pois ele não compra a amizade e o amor.
Nos tempos de hoje, nós não brincamos como os meninos do filme, brincamos com o telemóvel e o computador e talvez não sejamos tão felizes… atualmente as mulheres também são independentes dos homens!

Ana Vaz nº2
Vanessa Afonso nº18
6º C



Ida Ao Teatro

No dia 6 de março, os alunos de 5º, 6º e 7º anos, do Agrupamento De Escolas Morgado de Mateus, foram ao Teatro De Vila Real para ver o filme ´´O Meu Tio´´ pois era o dia em que começava a Semana da Leitura.
O filme falava sobre um pequeno rapaz que tinha uma vida entre dois bairros, o dos ricos, no qual tinha os pais, e o dos pobres, onde morava o tio, que ele gostava muito.
O tio era irmão da sua mãe, mas o pai não gostava que ele estivesse com ele, pois o seu tio era pobre e o pai queria que ele só convivesse com gente rica.
A sua mãe era rica, mas trabalhava em casa enquanto o pai ia para a fábrica, ficava a ver e a organizar o jardim e a limpar a casa.
No dia em que festejaram um dos aniversários de casamento ele trocou o seu carro por um cor-de-rosa e verde e ela trocou a porta da garagem por uma que funcionava por sensores, assim quando passassem por ela a porta abrir-se-ia, e se voltassem a passar ela fechar-se-ia, mas para estrear a nova porta eles passaram com o carro e o sistema funcionou perfeitamente, mas o cão passou pelos sensores e a porta fechou-se, fazendo o casal ficar preso na garagem. De modo a sair de lá chamaram a empregada, mas ela não se atrevia a ajudá-los, pois tinha medo de ser eletrocutada, no fim, e após algum tempo, a empregada conseguiu sair dali.
No bairro pobre, as brincadeiras das crianças eram ´´divertidas´´, uma delas era a de distrair as pessoas fazendo-as olhar para trás de modo a baterem com a cara num poste.
Através deste filme, percebi que seja rico, ou pobre, o que interessa é ter o amor da família e ter o que precisamos. Não é importante o que queremos no momento pois mais tarde poderá não ter utilidade nenhuma.

Lara Teixeira-nº10, 6ºF



Ida ao Teatro
No dia 6 de março, no âmbito da Semana da Leitura, os alunos dos 5º, 6º e 7º anos da escola Monsenhor Jerónimo do Amaral, deslocaram-se ao teatro de Vila Real, para ver o filme “O Meu Tio”.
O filme falava sobre um menino que tinha pais ricos, e um tio pobre. Este menino vivia entre os dois bairros (rico e pobre).
O seu pai, não gostava que ele estivesse com o seu tio, irmão da sua mãe, do qual ele gostava muito.
A sua mãe era rica, mas não tinha emprego, e ficava todos os dias a limpar a casa, enquanto que o pai, todos os dias ia trabalhar para a fábrica.
O menino, gostava mais de estar no bairro pobre com o seu tio, pois ali tinha os seus amigos/as, onde se divertia e brincava.
No dia de aniversário do casamento dos pais, o Arpel (pai) fez a surpresa à esposa de trocar de carro e a sua mulher, por outro lado, ofereceu-lhe uma porta automática nova para a garagem da sua casa, onde por acaso ficaram fechados sem ninguém para os tirar de lá.
Ao longo do filme tio não tinha nenhuma fala, e por esse motivo usava muitos gestos para se exprimir e isso fazia com que estivéssemos atentos.
Este filme provou que as gerações de hoje em dia não “brincam” como as crianças do da época do filme. Na película as crianças brincavam com tudo o que lhes aparecesse e os divertisse, agora, as crianças estão todo o dia a jogar no telemóvel, ou em frente ao ecrã do computador.
Ao ver este filme, consegui perceber que nada é igual aos tempos mais antigos, e que cada vez mais o dinheiro fala pelo coração.
Inês Dias- 6ºC


Ida Ao Teatro   
No dia 6 de março, eu e a minha turma, fomos ao famoso teatro de Vila-Real. As 9:34 entramos no autocarro e dirigimo-nos ao teatro depois de 10 a 15 minutos de viagem, chegamos ao teatro mas a aventura mal tinha começado, depois de20 minutos sentamo-nos e o filme começou. A primeira coisa que vi foi “O Meu Tio “, o filme acabava de começar…
A família Arpel vive numa casa ultra-sofisticada. Equipada com produtos da mais recente tecnologia e design, Rodeados de tecnologia, o seu único filho mostrava-se descontente com a pouca diversão que tinha, pois só podia brincar na minúscula varanda. A sua única felicidade era a de sair com o tio e com os amigos na parte humilde do bairro, apostar e comer o que queria sem ter o controlo dos pais. O seu tio, pelo contrário vivendo na parte humilde da cidade ajudava nas diversões do sobrinho dando-lhe dinheiro para comprar doces.
O Tio poucas palavras falou em todo o filme fazendo tudo que tinha piada. O marido da sua irmã, mesmo com inveja da relação que ele tinha com o seu filho arranjou-lhe trabalho na fábrica, na máquina de moldagem de tubos, mas o Tio acaba por fazer asneira e é despedido.
No fim o tio viaja e o pai e o filho finalmente conseguem ter uma boa relação.
Eu adorei o filme pelas cenas engraçadas que o tio fazia. O sobrinho e os assobios, a tinta e os acidentes ganharam um lugar único no filme

Filipe Alexandre Lopes Almeida N.º .9
6.º C