sexta-feira, 15 de junho de 2018

quinta-feira, 14 de junho de 2018

O FREGUÊS CALOTEIRO - teatro




No âmbito do estudo do texto dramático, as docentes Salete Valente e Cristina Viegas, em articulação com a BE do agrupamento, decidiram adaptar o texto O Freguês Caloteiro da escritora transmontana Luísa Dacosta, nascida em Vila Real, e representá-lo, pondo em prática os conhecimentos adquiridos nas aulas, nas áreas da representação e da música. O saber estar em palco, não importa em que área do saber, o saber fazer, o à vontade com o público, o saber comunicar e exprimir-se com desenvoltura, são competências, requisitos cada vez mais valorizados na nossa sociedade. Cientes desta realidade, procurámos prepará-los e nada melhor que começar com a representação de uma peça de teatro que foi adapatda aos tempos atuais, em que as novas tecnologias estão presentes.
O teatro será dia 14 de junho, às 14:00 no auditório da Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral e a representação estará a cargo dos alunos da turma do 7º C.












UM SONHO - desafios lá para casa


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Um sonho
     Era um dia normal como todos os outros. Hugo e o seu fiel cão estavam a apanhar sol na varanda como costumavam fazer sempre enquanto esperavam que o almoço estivesse pronto.
     Naquele dia, o céu estava sem uma nuvem, só se conseguia ver um manto azul a cobri-lo juntamente com o sol, que com os seus raios atingiam a cidade toda.
     O almoço estava na mesa e Hugo, num piscar de olhos, saiu da varanda e foi saboreá-lo. Desta vez ele ia beber coca-cola e comer lasanha.Com um grande sorriso, ele pegou nas talheres e começou a degustá-la.
     Não tardou até que ele acabasse de comer e sentisse uma ligeira vontade de se deitar no sofá acariciando o seu cão.Começou a olhar pela varanda, reparando no que lhe parecia ser uma mancha lilás cheia de estrelas dentro.
Hugo esfregou os olhos e foi beber água pensando estar com alucinações. Quando voltou, a mancha lilás não tinha desaparecido e continuava lá, cada vez mais brilhante. Hugo chegou a verter a água que estava a beber pensando estar louco.
     Sem pensar mais, foi para a rua e, destemido, entrou na mancha lilás. Uma vez lá dentro, encontrou um lugar mágico onde tudo era feito de gomas. Hugo adorava gomas e não demorou, até ele provar algumas flores que sabiam a morango e até pequenos trevos que sabiam a maçã.
     Ele estava a viver um sonho e era mesmo um sonho!
     Acordou com várias lambidelas do seu fiel amigo e com o alto som da sua televisão.
     Hugo baixou o volume da televisão e contou o seu sonho aos seus pais.
     Inspirado no que lhe acontecera, Hugo começou a escrever um livro sobre as suas aventuras na “Terra das gomas”, onde acrescentava uma página todos os dias, durante as férias de verão.


Filipa Sequeira Túbio  nº10  7ºF

Texto elaborado com o envolvimento dos encarregados de educação

Professora participante: Adelaide Afonso

domingo, 10 de junho de 2018

De uma varanda para o mundo - no nosso shopping


CNL - final nacional

No dia 18 de maio, o nosso agrupamento marcou presença no Concurso Nacional de Leitura - fase regional intermunicipal, realizado em Sernancelhe, conseguindo o apuramento para a final nacional, a realizar dia 10 de junho.
Parabéns, Maria Rita Azevedo!

sábado, 9 de junho de 2018

PERDIDOS EM ESPANHA - desafios lá p'ra casa

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Todos os dias eram de ansiedade total para Madalena, Rui, Alice e Débora. Eles estavam impacientes para irem a uma viagem financiada pela UTAD a Espanha. Faltavam duas semanas, mas eles já estavam muito excitados. As duas semanas passaram rápido. Agora estavam em casa da Alice e preparavam-se para irem para o aeroporto onde se encontrariam com a turma e iriam diretamente para Espanha.
Horas mais tarde, chegaram a Espanha. A turma estava a espera do autocarro para irem acampar. A Madalena, o Rui, a Alice e a Débora já estavam fartos de esperar, por isso foram a um café próximo comprar rebuçados. O autocarro chegou entretanto. Quando eles regressaram do café, já não estava lá ninguém. Eram oito horas da noite e, então, decidiram ir para o hotel mais próximo. Era noite de lua cheia e as estrelas cobriam o céu. Eles estavam assustados porque não sabiam onde ficava o hotel. O grupo dava-se por perdido. Horas mais tarde, a Madalena estava a ler um livro e exclama:
- Olhem o que diz este livro!
“Em noites de lua cheia, os lobisomens aparecem e em noites de luar…”- lê o Rui. Eles acreditaram e, já perdidos, não sabiam o que fazer. Decidiram passar ali a noite. Ao longe ouve-se um grito e eles começaram todos a correr desesperadamente.
- Parem, parem! – grita Madalena.
- Vais contar uma anedota, é? – reclama, impaciente, Débora que continuava a correr.
- A sério? Não gozem! – exclama Madalena, envergonhada.
Sem a quererem ouvir continuaram a correr impacientes. Madalena permaneceu lá a olhar para o rio que estava ao seu lado. Olhou e lá estava a sombra de um cão. Correu para os avisar que era apenas um cão, mas agora encontrava-se sozinha no meio daquela escuridão e só via árvores. Estava só e perdida. Chorosa, continuava a caminhar. Pegou no telemóvel e ligou para o Rui, mas nada.
A Débora, o Rui e a Alice estavam numa carinha e viam tudo escuro, pensavam que estavam a ser raptados pois já eram duas da manhã. Chegaram, horas mais tarde, ao hotel onde estava a turma toda. Esta ficou espantada e a professora disse-lhes que não foram acampar porque estavam a procura deles. Deram conta que a Madalena não vinha com eles e, por isso, a professora esperou para o dia seguinte para ver se ela aparecia, mas nada!
A espera foi longa, durou semanas meses e até anos. De Madalena, nunca se soube mais nada. A família, os amigos da escola viviam angustiados e sonhavam todos os dias que ela um dia iria aparecer.
   Sara, 7º E

Sara Rebelo 7ºE  Nº 21
 



Texto elaborado com o envolvimento dos encarregados de educação
Palavras sorteadas:Luar, anedota, estrelas, rebuçados, Espanha
Professora participante: Salete Valente


ERA UMA VEZ - desafios lá p'ra casa




Era uma vez, numa aldeia distante da vida atual e moderna, uma família muito feliz, constituída por um homem, uma mulher e o seu filho, Afonso. Eles viviam muito felizes naquela aldeia, perto do bosque, da natureza, de todas aquelas pessoas que eles adoravam...

            Naquela aldeia, vivia também, entre outras pessoas, um pastor que tinha um rebanho com cerca de uma dezena de ovelhas. Esse pastor era um senhor já com alguma idade e era também o grande sábio da aldeia.
            Afonso admirava profundamente o sábio pastor. Costumavam ir os dois levar o rebanho para o pasto, tendo bastante tempo, para divagar, sonhar, conversar, jogar as cartas… O pastor, pessoa expriente e marcado por uma vida de sacrifício e do muito trabalho, costumava aproveitar estes momentos em que estavam juntos para dar lições “ se honesto, e o pior ficará sempre longe”, pois “até a raposa matreira tem um lado bom”.
            Afonso, ouvia este conselho com atenção e procurava reger a sua vida levando uma vida humilde, mas honesta, não prejudicando que os rodeavam. Entretanto um dia, o pastor faleceu. Pareceu que o mundo desabara à volta de Afonso. Cada vez que se lembrava do pastor as lágrimas começavam a cair sobre o seu rosto, mas reconfortava-se ao sorriso do pastor.
Francisca 7º C


Palavras: honesto, dezena, pior, matreiro,sábio     


Texto elaborado com o envolvimento dos encarregados de educação
Palavras sorteadas:honesto, dezena, pior, matreiro,sábio  
Professora participante: Salete Valente